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Nouvelle Manga e minha paixão por quadrinhos…

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Trecho de uma página do trabalho da Aurélia Aurita em Japan as Viewed by 17 authors,
traduzido e editado corajosamente pela Lobo no MS Paint do Windows XP.

Ho-yo pessoal! Aqui é a Lobo Paranoico, e já faz um bom tempo desde a última vez que postei aqui!
Como sou liberada pra escrever o que quiser, acabo entrando em crise criativa, mas creio que sempre que me deparar com algo interessante e quiser compartilhar, devo passar por aqui!

Não lembro como tive contato com O Espinafre de Yukiko e Garotas de Tóquio (ambos publicados no Brasil) do Fréderic Boilet, mas esse francês me fez ficar curiosa quanto ao gênero de quadrinhos que explora (n-n-não é que eu fique direto lendo quadrinhos eróticos ou algo do tipo!). O cara tem uns trabalhos interessantes pra quem busca humor e sexualidade, e aquele toque especial do cinema francês. O quadrinista mistura fotografias e desenhos, fazendo a coisa ficar bastante feliz dinamicamente.

Pois é desse toque francês que vim falar. Boilet quer espalhar o gênero Nouvelle Manga, que se trata de quadrinhos franco-belga e asiáticos trabalhando juntos (roubei da Wikipédia). Fica bastante legal a colagem. O movimento é bem visualizado em Japan as Viewed by 17 Authors, onde quadrinistas europeus e japoneses mostraram trabalhos curtos sobre várias partes do Japão, com Boilet, sua graciosa namorada, Aurélia Aurita (que tem Morango e Chocolate publicado por aqui), Daisuke Igarashi (Witches, Children of the Sea) e vários outros.

E por que a mistura logo com os quadrinhos japoneses? Por causa do sentimento cinematográfico, a narração visual faz os quadros e movimentos brincarem juntos. Isso é algo que dá pra perceber bastante nos trabalhos de Boilet. E a forma em que os autores do movimento se inserem na história é bem divertida, com altos pedaços de cotidiano e autobiografias, em uma espécie de crônica. A forma como os personagens se movem, o que o autor quer que o leitor perceba é bem focado, e mostra busca de total atenção, não que eu esteja dizendo que tais características são atribuídas apenas ao Nouvelle Manga, mas que esses pontos estão bastante presentes nas obras do movimento.

Ao fazer quadrinhos, você não é obrigado a usar alguma caneta especial, quadros perfeitamente retos ou pinturas feitas digitalmente. Você é livre pra usar lápis, aquarela, e o que vier na mente, e até o quadro que fecha uma ação não é o limite da história visual. Acho que é isso que me fez me apaixonar por eles.

Dica da Loba para você. Tchau!

~woof!

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